Dilma anuncia que não renunciará jamais

Por Top Blog

Públicado em 23 de março

Dilma anuncia que não renunciará jamais

Durante o discurso realizado no “Encontro com Juristas pela Legalidade e Defesa da Democracia”, a presidente reforçou novamente que não renunciará em “hipótese alguma”.

No término de sua fala, a presidente entonou a máxima do movimento anti-impeachment e diz ter a certeza de que “não vai ter golpe”.

Ainda em seu discurso, ela afirmou que” preferia não estar vivendo esse momento” mas que a ela sobram “ energia, disposição e respeito a democracia para fazer o enfrentamento necessário à conjuração que ameaça a normalidade institucional e estabilidade democrática”. Disse ainda que não cometeu “qualquer ato ilícito ou irregularidade que leve a crime de responsabilidade” e que atuou “ desde o início do primeiro mandato para combater de forma energética e continuada a corrupção”.

A situação em que se encontra o país, segundo ela ocorre por conta da “ estratégia do quanto pior melhor que parte da oposição assumiu desde o início” do seu segundo mandato. “ Essa estratégia vem sendo ação sistemática, anti-republicana e antidemocrática, que se manifestou em pautas-bomba e na busca de motivos falsos e inconsistentes para tirar meu mandato”, disse.

“Novamente é necessário mobilizar a sociedade em nova campanha pela legalidade, jamais imaginei isso depois do fim da ditadura”, prosseguiu. Logo em seguida, ela indicou uma conjuração que ameaça a “normalidade democrática” que conta também, entre outras coisas, com o processo de impeachment.
“Alguns querem tratar a questão como se vivêssemos em parlamentarismo, onde suspeição política de presidente é condição suficiente para que seja afastado”, avaliou. “No Brasil, impeachment só pode se dar por crime de responsabilidade. Na sua ausência, o afastamento torna-se ele próprio um crime contra a democracia”, acrescentou.
Ainda fez referência ao juiz da Lava-Jato, Sérgio Moro, que autorizou a divulgação para o público de suas conversas com o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Na semana passada, disse que “executor da Justiça não pode assumir como meta condenar adversários ao invés de fazer justiça”.

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