Deficiente é barrado em banco por conta de sua prótese na perna

Por Top Blog

Públicado em 4 de abril

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O aposentado de 57 anos, Gilberto Forti, foi barrado na agência da Caixa Econômica Federal na Vila Albertina por usar uma prótese de metal na perna.”Minha esposa levantou minha calça, mostrou a prótese, explicou que eu sou amputado. Mas eles disseram que não me conheciam e não iriam abrir”, disse o aposentado em entrevista ao G1.

“Não gosto de escândalos, mas dessa vez foi constrangimento demais. Nunca tinha passado por uma humilhação dessas. Trabalhei minha vida inteira e merecia mais dignidade.” Devido um diabetes, Forti teve sua perna amputada e teve de se aposentar por invalidez.

A Caixa Econômica Federal redigiu uma carta em resposta:

“A Caixa Econômica Federal esclarece que utiliza portas automáticas giratórias com detectores de metal em suas agências, de acordo com a Lei 7.102/83, que disciplina o sistema de segurança em estabelecimentos financeiros, em todo território nacional.

As portas giratórias são utilizadas por todos bancos para impedir o acesso de pessoas armadas às agências, e nunca para criar obstáculos aos usuários. O objetivo é proteger os clientes, seus empregados e patrimônio.

Com relação ao caso específico, a CAIXA esclarece que o cliente recusou-se a mostrar a prótese de metal ao vigilante e, antes que a gerência pudesse abrir a porta auxiliar, conforme prevê a regra de segurança, o cliente já havia retirado a prótese.

No dia 30 de março, o cliente voltou à mesma agência e foi atendido normalmente, sem qualquer transtorno.”

Por Giovanna Ribeiro

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