Bebê deixa de ser atendido por pediatra porque sua mãe é petista

Por Top Blog

Públicado em 1 de abril

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Depois que a conversa entre Lula e Dilma foi divulgada na imprensa, a médica pediatra Maria Dolores Bressan mandou uma mensagem para sua paciente Ariane Leitão dizendo que estava “declinando, em caráter irrevogável, da condição de pediatra”.

Tudo isso se deve ao fato de Ariane ser suplente de vereadora em Porto Alegre pelo PT e foi secretária estadual de Políticas Públicas para Mulheres na gestão do ex-governador petista Tarso Genro (2011-2014). Dolores fazia o acompanhamento médico do bebê desde o primeiro mês de vida da criança, em consultas feitas pelo convênio.

“Ela não quer mais ser pediatra do meu filho porque sou filiada ao PT. Isso é uma discriminação proibitiva. O direito do meu filho foi violado”, diz Ariane, que acionou o conselho regional.

Se a atitude da pediatra for considerada como falta de ética, um processo judicial pode ser aberto. As consequências disso são uma advertência, uma suspensão por 30 dias ou o exercício profissional cassado. No entanto, existem chances de o processo ser arquivado, como acontece em muitos casos.

Outro caso se intolerância política aconteceu com o jornalista Juca Kfouri, colunista da Folha, que foi ofendido por ter uma posição contrária a ideia do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Paulo de Argollo, presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul deu a informação de que o médico deve cumprir com o código de ética, nos direitos e deveres, agindo conforme sua consciência e profissão.

“Se o médico se sentir desconfortável, a atitude mais honesta e leal é ser franco e dizer que prefere não atender”, afirma Argolo.

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