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Lobo solitario brasileiro?
por Sílvia Vinhas em março 25 , 2015 às 9:41 pm | Comente aqui.

O Brasil está a 500 dias de viver um momento histórico. O Rio de Janeiro será a primeira cidade da América Latina a receber um dos maiores eventos esportivos do planeta: os Jogos Olímpicos.

Em 2016, e o tempo passa rápido, mais de 10 mil atletas disputarão 28 esportes e 38 modalidades olímpicas, destacando a inclusão do Rugby Sevens e do Golfe, esportes que não estavam presentes nos Jogos de Londres, em 2012.

Vai demorar anos, décadas, ou talvez nunca mais uma sede brasileira, ou sul-americana, seja escolhida para receber os Jogos Olímpicos. A responsabilidade faz com que o trabalho tenha que ser ainda mais impecável. O mundo estará de olho no Brasil, e nada pode dar errado.

E é aí que mora o perigo.

Setores de inteligência do governo brasileiro detectaram tentativas de cooptação de jovens pelo Estado Islâmico, para atuar como “lobos solitários” extremistas que, por não integrar as listas internacionais de terroristas têm mais mobilidade e são capazes de fazer atentados isolados e imprevisíveis em diferentes países.

Há uma grande preocupação com os Jogos no Rio, onde o evento reunirá não apenas jovens de todas as regiões brasileiras, mas atletas e visitantes do mundo inteiro. A avaliação dos órgãos de inteligência é que o maior risco para o evento hoje não são as manifestações e as greves e sim o terrorismo.

Não há a intenção de alarde, pânico ou mesmo uma teoria de conspiração. Tudo ainda está no âmbito da prevenção. O terrorismo não é crime no Brasil o que impede a abordagem dos órgãos de inteligência nas redes sociais.

Apesar dos nossos problemas internos, nosso país não pode se desconectar das ameaças internacionais. Somos frágeis e ingênuos e extremamente vulneráveis. Uma terra fértil e virgem, acolhedora e também despreparada para os problemas que atingem o mundo. Se somos grandes para receber um evento da importância de uma Olimpíada, temos que estar a altura nas leis e na segurança. Mas, principalmente, devemos proteger nossos jovens.

Que o legado dos Jogos Olímpicos seja a captação de cada vez mais atletas e não uma ferramenta para terroristas.



Indian Wells se rende a Serena
por Sílvia Vinhas em março 18 , 2015 às 9:29 pm | Comente aqui.

Como nos filmes, as histórias de superação são mais reais do que pensamos.  Em 2001, Serena e Venus Willians protagonizaram grande polêmica, que resultou em acusações de racismo por parte das irmãs. As duas se enfrentariam na semifinal de Indian Wells, mas Venus desistiu da partida. Após o episódio, Serena foi vaiada na final contra Kim Clijsters. A número 1 do mundo alegou ter ouvido insultos raciais vindos da torcida californiana. Desde então, a dupla nunca mais voltou a participar da competição.  Até agora.

A numero 1 do mundo Serena Williams voltou à quadra no deserto da Califórnia e venceu a romena Monica Niculesco. Mas isso pouco importava. No momento em que entrou em quadra encerrando um boicote ao torneio de 14 anos,  a tenista americana foi ovacionada como rainha. Quando sentiu a vibração favorável da torcida, se emocionou e mal conseguiu jogar. Mesmo descontrolada, venceu.

Serena venceu 19 títulos do Grand Slam e pelo regulamento seria obrigada a jogar em Indian Wells. Mesmo perdendo pontos por não participar do torneio em todos esses anos,  a tenista continuou firme e irredutível. A volta a Indian Wells significa um amadurecimento emocional e fecha a cicatriz amarga do racismo que sofreu.

A muralha do preconceito foi derrubada com muito esforço e dedicação. Serena, assim como a irmã, foi preparada desde pequena pelo pai para ser campeã. Uma vida de lutas e regras com um único desafio: vencer os preconceitos enraizados no continente americano. E ser a melhor. Sonho realizado e revezado por um tempo com a irmã, Venus. A dupla fez e faz história até hoje.

A ofensiva contra o preconceito teve avanços culturais, mas ainda apresenta pontas de retrocesso com constantes manifestações de racismo que envergonham o esporte mundial. Em qualquer modalidade.

Parabém Serena, por vencer essa luta que foi muito mais sua do que do tênis mundial. Infelizmente o preconceito racial ainda insiste em se alastrar como um vírus, de geração a geração. Mas mulheres corajosas e determinadas como você, podem mudar isso.



A vida é um sopro
por Sílvia Vinhas em março 11 , 2015 às 10:48 pm | Comente aqui.

Fiquei comovida pelo acidente de helicóptero no qual morreram dez pessoas na província argentina de La Rioja, entre elas três atletas olímpicos da França: a velejadora Florence Arthaud, a campeã olímpica de natação Camille Muffat e o boxeador Alexis Vastine.

Por ironia do destino, o ex-jogador do Arsenal Sylvain Wiltord e o nadador Alain Bernard que também participavam do reality show Dropped, se salvaram. Wiltord, que se aposentou em 2012 e chegou a jogar pela seleção nacional entre 1999 e 2006  havia sido eliminado em uma fase anterior do programa. Alain Bernard viveu o ápice de sua carreira na Olimpíada de Pequim, tornando-se o principal rival de César Cielo com uma medalha de ouro nos 100 m e de bronze nos 50 m. Ele embarcaria em um dos helicópteros que se chocaram, mas por questões de peso esperou um terceiro que não se envolveu no acidente.

Essas trágicas histórias me impressionam. Jovens cheios de vitalidade e esperança reféns do mistério da vida…e da morte. Me conforta saber que uma força maior, que acredito ser Deus, esteja no comando. Mas que escolha divina é essa que nos coloca na roleta russa da vida?

A mesma que salvou uma criança de um ano e meio nos Estados Unidos nessa semana. Ela sobreviveu milagrosamente a um acidente automobilístico e ficou 14 horas dentro de um carro parcialmente submerso num rio. A menina foi encontrada pendurada de cabeça para baixo, suspensa pelo cinto de segurança, logo acima da água.

Emocionantes momentos que marcam a verdadeira essência da vida na contramão de quem não valoriza cada segundo.

A morte dos atletas mostra também até onde vai a vaidade de cada um, de expor a vida e de se arriscar a barbaridades por conta de um reality show. O objetivo era desafiar a própria sobrevivência.

Um jogo sem vencedores.



Torcida do bem
por Sílvia Vinhas em março 4 , 2015 às 9:20 pm | Comente aqui.

O ano de 2014 não terminou com sabor amargo para o futebol brasileiro apenas por conta da humilhação sofrida em campo pela seleção diante da Alemanha na Copa do Mundo. O Brasil fechou o período com o título de campeão mundial da violência no futebol, com 18 mortes comprovadamente ligadas à violência entre grupos de torcedores rivais. Um número que pelo menos foi menor que o de 2013, quando 30 perderam suas vidas em incidentes do gênero.

Especialistas pregam uma política nacional de segurança pública como a principal medida para enfrentar o problema, mas iniciativas menos usuais com foco educacional estão marcando os esforços dos clubes. E mostrando formas mais criativas de divulgar uma mensagem pacífica.

Quem não se lembra do pelotão diferente envolvido na segurança para o clássico entre Sport Recife e Náutico? Um grupo de 30 mães de torcedores do Sport, algumas delas de indivíduos conhecidos pelo mau comportamento nos estádios, trabalhou na partida. E o resultado veio dentro e fora do campo. Jogo sem registro de violência e mídia espontânea clamando pela torcida do bem.

Faltava o impossível: unir duas torcidas rivais em um mesmo espaço. Grêmio e Internacional conseguiram!

Com intuito de selar a paz entre as duas torcidas, a direção colorada teve a ideia de fazer o GRENAL de todos. GRENAL da paz. O clube resolveu criar um setor misto no estádio Beira-Rio, onde 1000 colorados poderiam convidar 1000 gremistas para assistir o jogo lado a lado. O colorado comprava e preenchia  um cadastro com seus dados e dados do gremista, se responsabilizando pelo seu convidado. A repercussão foi tanta que em pouco tempo os 2000 lugares no setor misto já estavam com seus assentos ocupados.

E foi um sucesso. Casais de namorados, famílias inteiras, filhos que nunca viram os pais  juntos  num mesmo clássico, cada um torcendo por seu time. Lembrou o tempo da Copa do Mundo, a alegria das torcidas, o colorido misturado. Um sonho possível que assistimos durante o mundial.

Fora da Beira-rio, torcidas organizadas se enfrentaram com a rotineira violência, um ódio enraizado e repassado de geração para geração. Serão estes realmente torcedores?

Fica aí um exemplo a ser seguido pelos clubes paulistas. Esse sim, um desafio maior do que a própria violência.



Torcidas desorganizadas
por Sílvia Vinhas em fevereiro 18 , 2015 às 7:27 pm | Comente aqui.

Torcedores do Chelsea protagonizaram mais um triste caso de racismo depois do empate em 1 a 1 entre o clube inglês e o Paris Saint-Germain, na partida de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões. Num vídeo que circulou na internet nessa semana, um grupo de britânicos impede a entrada de um homem negro em um dos vagões do metrô de Paris. O trem estava cheio, mas não lotado, e ainda cabiam mais alguns passageiros. Nas tentativas que fez para entrar no vagão, foi impedido por um grupo da torcida organizada do Chelsea que gritava “somos racistas, somos racistas! E é assim que tem que ser.”

Cenas como essas estão longe de terminar, ou mesmo a violência desenfreada e viral entre torcidas organizadas em todo o mundo. Os enfrentamentos ou atos discriminativos acontecem quase sempre em grupo, que blindam desrespeito e crueldade na covardia e proteção coletiva. Sim, porque sozinhos são mansos. O ser humano se fortalece quando encontra apoio no entorno e compartilha os sentimentos mais profundos, sejam eles bons ou ruins, se alimentado por um grupo.

Os torcedores se fortalecem na união de líderes e seguidores seja para o bem ou para o mal. E tratando-se de futebol, quase sempre, o resultado deixa a desejar. O grito de guerra das torcidas organizadas ultrapassa os degraus e os alambrados dos estádios de futebol, trazendo disfarçado apelo ideológico formado por razões e intenções que vão muito além do gosto pela prática do futebol, carregados de conteúdos preconceituosos e racistas. Ideologia exacerbada que faz apologia à intolerância, que ao invés de reunir os iguais é eficaz exatamente por unir os desiguais.

Sou a favor do livre acesso, da inclusão social e total, sem extremismos. E da punição severa e exemplar para quem ultrapassa o limite entre liberdade de expressão e falta de respeito.



Mães no comando
por Sílvia Vinhas em fevereiro 11 , 2015 às 7:32 pm | Comente aqui.

Tem coisa que torcedor não faz na frente da mãe. Brigar em estádios é uma delas. Foi com essa ideia que o Sport de Recife, em parceria com a agência Ogilvy Brasil, decidiu fazer uma ação diferente e eficaz contra os brigões. No clássico contra o Náutico eles convocaram as mães de alguns torcedores organizados para ajudar na segurança dentro da Arena Pernambuco.

A campanha, intitulada Security Moms, ou Mães de Seguranças, em tradução livre, tinha a intenção de promover a paz no futebol, que sofre com episódios de violência a cada final de semana. Cerca de 30 mães participaram da iniciativa e pelo menos dessa vez parece ter funcionado, já que não foram registrados incidentes no clássico pernambucano.

Aliás, o papel da mulher em situações que exijam força e determinação, está cada vez maior. O  IDH, índice de desenvolvimento humano em países onde a mulher é bem tratada e  tem voz ativa, comprova um maior crescimento. Em outros, no entanto, a luta continua.

Na Tunísia, as mulheres tiveram uma posição significativa nas manifestações que desencadearam a Primavera Árabe, muitas vezes protestando pela capital do país com os seus filhos e as suas filhas.

No Egito, os protestos que levaram á queda do presidente Hosni Mubarak foram convocados por uma jovem inspirada por um vídeo postado no Facebook. No Iémen, grupos de mulheres organizaram-se para derrubarem o líder do país, enquanto na Síria, enfrentando a polícia secreta armada, as mulheres bloquearam estradas para exigir a libertação de seus maridos e filhos presos.

Na Líbia, os protestos das mulheres mostraram-se fundamentais para o movimento de cidades inteiras que fugiram ao controle do coronel Muamar Kadafi, cidades identificadas como reduto do fundamentalismo muçulmano.

Imagine se as mulheres, principalmente as muçulmanas trancafiadas em suas burcas combinassem juntas, num protesto mundial, de arrancar o véu e gritar pela liberdade?

Elas ainda não conhecem essa força, mas estão evoluindo e perdendo o medo.

Adorei as mães nos estádios, nas arquibancadas, fiscalizando e fulminando seus filhos a qualquer movimento um pouco mais brusco. Nem radicalismo nem força bruta. Só amor. Amor de mãe.



Copinha
por Sílvia Vinhas em janeiro 28 , 2015 às 7:50 pm | Comente aqui.

Adoro a final da Copa São Paulo de Futebol Junior. Não perco esse evento por nada.

Começa pelo estádio. O Pacaembu faz parte da cidade, está localizado num dos bairros mais nobres da capital e de fácil acesso. Como a final sempre acontece no aniversario da cidade, a festa é perfeita. O dia ajudou. Muito sol e calor.

E com Corinthians na final, o torcedor compareceu em peso. Apesar de que, o público da Copinha, não importa que equipe chegue à final, sempre é muito bom.Na 46º edição, mais uma vitória do time de parque São Jorge.

Eu como jornalista, aproveito esses eventos para também refletir. Acompanhar essa garotada nova dá gosto. Uma renovação saudável que o esporte precisa.

O cuidado com as categorias de base cresce a cada ano. Os sonhos de meninos misturados ao suor dos treinos, a dor da decepção, a saudade de casa. Muitos deles chegam aos clubes sem dinheiro para comer ou comprar um tênis. São acolhidos e cuidados. No caso do Corinthians, a escola da meninada é levada a sério, com ônibus levando e buscando. Nota baixa prejudica o atleta e muitos podem perder até a bolsa, ou vaga no grupo se não se dedicarem.

O presidente da Federação Paulista de Futebol, e futuro presidente da CBF tem um sonho: resgatar através do futebol, o maior número de garotos possível. Ele acredita que o futebol pode salvar comunidades carentes proporcionando inclusão social e levando esperança às famílias.

Vendo os garotos jogarem, a vibração, o companheirismo, a vontade e união do grupo, tenho certeza que esse é o caminho certo. Aliás, somos o país do futebol, temos o melhor futebol, a melhor matéria prima, mas estamos sendo superados pela gestão dos outros. Os alemães que o digam.

Está mais que na hora de recrutar o que temos de melhor, fazer um verdadeiro mutirão, um arrastão do bem, recuperar nossa dignidade  perdida no inesquecível 7 a 1.

Se a soberania de um país tem que ser respeitada, a nossa é com certeza o futebol. Somos respeitados e invejados até hoje independente de resultados adversos.

Parabéns Corinthians. Que venha a próxima!



Guerra as drogas
por Sílvia Vinhas em janeiro 21 , 2015 às 8:33 pm | Comente aqui.

O governo brasileiro tentou interceder, sem sucesso, o fuzilamento do instrutor de asa delta Marco Archer, na Indonésia.  O Brasil tomou conhecimento do cumprimento da lei e se chocou?

Muitos foram contra, outros a favor. O fato é que o brasileiro tentou entrar num dos países com leis mais rígidas ao tráfico de drogas do mundo, com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta.

Há alguns anos estive em Singapura, no Pré- Olímpico feminino de basquete na Malásia, em 1988. Paula e Hortência eram as estrelas daquela época de ouro. Lembro que me impressionou muito no avião, ao preencher o formulário de imigração, a letra enorme em negrito avisando que naquele país, a punição para tráfico de drogas e homicídios era a pena de morte.

Quando entramos no território de outro país, aceitamos as leis daquele país. Não importa que entremos como turistas, como refugiados, como trabalhadores ou mesmo apenas por alguns minutos para fazer conexão entre dois voos. Enquanto estamos dentro do país, estamos sujeitos às suas leis. Isso é um princípio básico da soberania nacional.

O sistema penal de Singapura sempre foi marcado pela controvérsia: possui admiradores, que destacam os baixos índices criminais da ilha, alguns dos menores do mundo; mas, por outro lado, é duramente criticado por entidades defensoras dos direitos humanos.

Pra vocês terem uma ideia, uma das punições consideradas mais leves é o açoitamento, que poderá ser aplicado a pessoas que sejam consideradas mentalmente incapazes de responder pelos próprios atos ou que estejam apenas transportando a droga. Chefes do tráfico e produtores seguem obrigatoriamente condenados à morte.

Por conta desse rígido controle, Singapura é um dos países mais pacíficos do mundo, bem como um dos países mais ricos do mundo. As taxas de homicídio e crimes violentos são mais baixas do que as taxas criminais.

Na Indonésia, não é diferente. O fuzilamento do brasileiro Marco Archer nada mais foi do que o cumprimento da lei. O brasileiro levava 13 quilos de cocaína. Risco alto que foi punido da pior maneira possível.

Nesta semana o surfista Ricardo dos Santos foi morto, aos 24 anos, depois de levar três tiros disparados por um policial com quem discutiu.

O que nós esperamos? A lei, simplesmente isso, que se cumpra  a lei, por favor.



Legado da Copa com consciência
por Sílvia Vinhas em novembro 12 , 2014 às 10:39 pm | Comente aqui.

Do árduo trabalho à frente da CBF que o diretor de futebol Gilmar Rinaldi encara com grande lucidez, ao feito histórico de Luís Paulo Rosemberg  no  Corinthians; da determinação do Secretário Municipal de Esportes  Celso Jatene em servir a população da cidade, à admirável trajetória de sucesso do ex jogador Edmílson e à obra-prima que é a arena do Walter Torre, a Allianz Parque. Um encontro de sucesso.

A Câmara do Comercio Brasil-Líbano, presenteou um pequeno grupo de privilegiados com um debate sobre as principais conclusões em relação ao Legado da Copa. O grupo, comandado pelo jornalista Beetto Saad, o homenageado da noite, deu um show de competência e visão corporativa.

Começando por Gilmar Rinaldi, que tem hoje a importante missão de unir o Brasil com o futebol. Após o inesquecível 7 a 1 frente à Alemanha, a CBF montou uma equipe conhecida da população e forte no empenho e vontade de trabalhar. Alguém aqui duvida o quanto a passagem como técnico da seleção está engasgada na garganta de Dunga? Desde 2010, o treinador se prepara para voltar. Tem agora uma nova chance

Gilmar Rinaldi integra uma equipe que esbanja talento e competência pra reconquistar a credibilidade perdida. Gilmar é o nosso garimpeiro de talentos. Para ele o legado da Copa ainda está por vir.

Na outra ponta do debate, Celso Jatene pontuou seu amor pelo Santos e pleiteou ajustes no calendário. Acha que a torcida democrática e colorida que vimos na Copa é uma utopia e não funciona nos campeonatos brasileiros. Acredita nas arenas com uma torcida só.

O ex jogador Edmilson mostrou carisma e simpatia ao defender a educação como o principal caminho para um Brasil melhor. Muito mais que educação, pede a formação de mais educadores, aqueles anjos que influenciam nossas vidas para sempre.

Luis Paulo Rosemberg foi o mais contundente de todos. Alerta para a necessidade urgente de uma nova política do esporte, mais profissionalismo e respostas. O clube sendo cada vez mais uma empresa e se comportando como tal, com ônus e bônus que sustentam o corporativismo.

E pra finalizar, um show de tecnologia da Allianz Arena comandado por Walter Torre. O empresário que confessou não entender nada de futebol, mas que está aprendendo, mostra orgulhoso toda a tecnologia da nova arena de São Paulo. Os torcedores terão os rostos registrados na entrada e qualquer movimento suspeito dentro do estádio será monitorado em tempo real.

Com grandes ideias e reflexões, o legado da Copa foi o despertar da consciência de quem somos para onde queremos ir. E sabemos que todas as mudanças dependem de nós.

Então chega de cobranças e mãos à obra!



Paulistão dá a largada.
por Sílvia Vinhas em novembro 4 , 2014 às 7:49 pm | Comente aqui.

Nesta semana a Federação Paulista de Futebol anunciou a formula de disputa e o regulamento do Paulistão 2015.  A maior novidade do sorteio de grupos foi o anúncio do limite de 28 jogadores inscritos por cada time na competição. Isso irá evitar que algumas equipes entrem com formações totalmente reservas em algumas partidas, fazendo com que as disputas percam o interesse do público.

O limite de jogadores inscritos por cada um dos 20 clubes é a única mudança no regulamento do Paulistão. No ano que vem, assim como em 2014, as equipes foram divididas em quatro grupos com cinco integrantes. Cada time enfrenta, em turno único, apenas os rivais que não estão em sua própria chave. Os dois primeiros de cada avançam para as quartas de final.

Uma coisa que irá se manter na competição, mas difere do Brasileirão, é a quantidade de jogadores presentes no banco de reservas durante as partidas. No Nacional, 12 atletas podem ficar como suplentes. No Estadual, o limite segue sendo sete.

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar foi o único a discordar do regulamento. Ele defende a permissão de mais jogadores inscritos para poder usar jovens da categoria de Base na competição. Aidar quer promover atletas de sua base, onde o investimento tem sido alto.”Vamos investir esse ano cerca de R$ 30 milhões nessa base e eu quero usar essa base. Onde eu vou usar? No campeonato sub 20? Isso não acrescenta nada”.

A tabela foi pensada em função do espetáculo, dos direitos de TV. A ideia dos times enfrentarem apenas os rivais que não estão na sua chave mostra o interesse apenas por grandes clássicos. Mesmo assim, o publico do Paulistão é cada vez menor. A competição passa a ter então uma única e importante missão, na minha opinião: revelar craques. Já está mais do que provado que o futuro do futebol brasileiro está na geração jovem, novos valores, no investimento cada vez maior nas categorias de base.E o Paulistão é uma grande vitrine.

Carlos Miguel Aidar se mostra um dirigente diferente, com visão ampla na tecnologia e aprimoramento da base. Luta não só pelo bom futebol mas clama pelas mudanças, tão esperadas por todos nós desde o fatídico 7 a 1 para a Alemanha. Mas por enquanto é voz dissonante em meio aos 20 mandatários do Futebol Nacional.




 












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