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A violência no comando
por Sílvia Vinhas em fevereiro 5 , 2014 às 7:36 pm | Comente aqui.

O CT Joaquim Grava é um orgulho pra ele. No dia da inauguração, a surpresa da homenagem, seu nome estampado lá, um reconhecimento que nunca irá esquecer. Ajudou Andrés Sanches na construção do centro de treinamento, acompanhou a obra, inspecionou cada detalhe, sempre muito detalhista e determinado. Nesta semana o médico Joaquim Grava presenciou um ataque ao seu castelo. Em pleno sábado de sol, vândalos e verdadeiros bandidos invadiram o centro de treinamento do Corinthians e , como se diz na linguagem dos presídios, barbarizaram.  Dr Grava não teve tempo nem de reagir. Foi derrubado, e de certa forma poupado ao ser reconhecido. O que os bandidos não perceberam foi o alto grau de adrenalina em que ele se encontrava no momento. O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta, geralmente quando nos sentimos ameaçados. Provoca reações imediatas no corpo sendo iniciado com a descarga de adrenalina no nosso organismo, causando aceleração cardíaca e tremores. Essa reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo, que libera hormônios do estresse, preparando a pessoa para lutar ou mesmo, fugir. E ele só queria fugir. Pensou que fosse morrer. Conta em seu relato emocionado, numa conversa que tivemos ao telefone, que foi o medo que o paralisou. Era como se o pavilhão mais perigoso de uma prisão, estivesse solto, ali, próximo a ele. Com olhos vermelhos como se estivessem possuídos, os invasores corintianos roubaram celulares, aterrorizaram uma faxineira e, esganaram o jogador Paolo Guerreiro. Estavam à procura de Emerson Sheik e Alexandre Pato. Ainda bem que não foram encontrados. A promessa era quebrar a perna dos atacantes. Por alguns minutos abençoados, a maior parte do elenco estava no vestiário. Acuados, amedrontados, se esconderam desesperados de seus agressores. Desta vez todos os limites foram ultrapassados. Os mascarados recebidos por Mano Menezes avisaram que estão de olho, monitorando cada passe, cada drible. E como viver nessa insegurança? Com início de temporada ruim, Mano e seus comandados não tem saída. A alegria da vitória transformou-se no compromisso de vida e tranquilidade. A exigência do gol virou moeda de troca, pelo direito de viver e paz.



Legado escolar
por Sílvia Vinhas em janeiro 29 , 2014 às 7:39 pm | Comente aqui.

Em ano de Copa do Mundo, o futebol vira ferramenta de aprendizado nas salas de aula de todo o país. Nas cidades-sede do torneio,as redes municipais de educação, já tem parceria com a Federação Internacional de Futebol, a Fifa, e o esporte estará em todas as disciplinas.  Antes restrito à Educação Física e aos torneios entre as turmas, neste ano o futebol será assunto de diversas disciplinas. Professores vão usar o tema da Copa em toda a grade curricular. Em História, por exemplo, será possível ver a trajetória dos países participantes do evento, enquanto na Biologia poderão ser abordadas as transformações do corpo dos atletas durante a prática esportiva. O objetivo é mostrar que uma Copa, é mais que um jogo de futebol. Os professores serão orientados  a usar o esporte para ensinar saúde e bem-estar às crianças. No dia 17 de fevereiro, começa oficialmente nas escolas das cidades-sede, o programa ” Fifa 11 pela Saúde”. Os estabelecimentos vão ganhar coletes, cones e cartões de atividades. Os alunos vão ouvir 11 mensagens gravadas de jogadores de futebol, como Lionel Messi, Neymar, Cristiano Ronaldo e Marta. O projeto foi criado em 2009 e ganhou fôlego na África do Sul, em 2010. Já foi aplicado na Colômbia, México, Botsuana, Namíbia, Tanzânia e até nas Ilhas Salomão, entre outros países. No Brasil, ganhou apoio do Ministério da Educação, do Esporte, da Saúde e da Confederação Brasileira de Futebol. A Copa das Copas, como a presidente Dilma Roussef insiste em chamar o Mundial, está em total descrédito, por conta do despreparo na entrega da infraestrutura do evento. O ex técnico da seleção brasileira e hoje auxiliar de Luiz Felipe Scolari, Carlos Alberto Parreira, criticou sem dó as condições precárias dos aeroportos e estradas brasileiras às vésperas do Mundial. Muito se fala no legado que um evento de grande porte como esse deixa para o país. O maior de todos eles, sem dúvida, será preparar uma nova geração. E nada melhor que o Futebol como plataforma. Sempre defendi a importância do esporte como ferramenta de educação e cultura de um país. Esse é o momento para que o legado seja real e definitivo.



Renovação
por Sílvia Vinhas em janeiro 22 , 2014 às 7:01 pm | Comente aqui.

Que bem nos faz essa renovação do final de ano. São apenas datas, mas como é bom acreditar que todo dia primeiro de janeiro começamos uma nova fase, um novo ciclo, entramos numa nova energia e quem sabe…um novo tempo. Somos tomados pela certeza de que os sacrifícios, as tristezas, as mágoas, ficam pra traz, e chegamos ao limite do suportável até a meia noite do dia 31. E com o céu brilhando de luz, renovamos nossa fé e amor pela vida. O lado psicológico dessa mudança reflete nas atitudes e nos fortalece. Um ano que pra nós aqui do Brasil chega cheio de eventos importantes. Se o tempo já passa depressa, como um piscar de olhos, imagine com Carnaval em Março, Copa do Mundo e Eleições? Empresas, shoppings, roupas, programas e comerciais de TV, produtos de todos os segmentos, e até a famosa rua 25 de março, se rendem às cores verde e amarelo. Não teremos outro assunto. Um ano em que tudo pode acontecer, mas o termômetro maior será, sem dúvida nenhuma, o desempenho da nossa seleção. Se o Brasil for bem, o comércio agradece, as inquietações diminuem e as manifestações contrárias também. O clima do voto nas urnas, será de alegria e aceitação dependendo da nossa entrega no Mundial. A linha tênue que viveremos entre o êxtase e o desânimo, será implacável para o bom andamento de 2014. Falando em renovação, ressalto aqui a Copa São Paulo de Futebol Junior, pra mim um grande celeiro de craques. A Copinha é mágica. Uma vitrine perfeita para essa meninada boa demais. O Brasil continua produzindo talentos, apesar das decepções e de atitudes que muitas vezes comprometem a grandeza desse esporte. E vamos pra frente que a vida não espera!



O prejuízo da violência
por Sílvia Vinhas em dezembro 18 , 2013 às 6:37 pm | Comente aqui.

A Nissan anunciou, através de nota oficial, o rompimento do contrato de patrocínio com o Vasco da Gama, cujo prazo de 4 anos renderia ao clube , R$ 21 milhões. A decisão da empresa foi tomada em função da briga entre as torcidas de Vasco e Atlético Paranaense ocorrida em Joinville, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Um prejuízo que o clube carioca não poderia se dar ao luxo de ter, em um momento tão delicado. Os clubes precisam, e o futebol também, desvincular suas imagens de atos de violência que afastam torcedores e potenciais parceiros de negócios gerando enorme prejuízo. Numa época de evolução do futebol, onde um novo modelo de gestão prioriza as parcerias, a violência descaracteriza o retorno financeiro do investidor. Afinal, quem quer associar a marca a violência? Ao longo do tempo, os clubes provaram falta de capacidade para gerir essas operações com qualidade, e de forma rentável. No futuro será maior o clube que cuidar melhor de sua marca. Esse cuidado atrairá melhores parceiros de negócios e permitirá que o clube tenha recursos para montar equipes competitivas e conquistar títulos. Na verdade, essa decisão da Nissan pode desencadear um efeito cascata produtivo. Se as principais empresas do país se posicionarem contra a violência, quem sabe os clubes não se sintam pressionados a agir? A principal medida é cortar, qualquer tipo de ajuda financeira às torcidas organizadas e se possível exterminá-las. E indo até contra um pensamento meu em relação a baratear os ingressos dos estádios, preços mais altos podem inibir grandes massas que só frequentam os estádios para tumultuar. Enfim, que essa decisão da Nissan sirva de alerta aos clubes brasileiros. Hoje foi o Vasco, amanhã amigo, pode ser o seu time.



Madiba
por Sílvia Vinhas em dezembro 11 , 2013 às 7:05 pm | Comente aqui.

Como sou contra qualquer tipo de violência, me dou ao direito de não mostrar em palavras o ato repugnante, de selvageria, provocado por vândalos, e nunca torcedores, em Joinville. Como sou a favor de quem luta, realiza sonhos, alcança ideais, vence, torna-se herói, mito de todos os seres humanos que passa a ser lembrado pelo bem que fez ao mundo, prefiro “festejar” Nelson Mandela. Há 20 anos, Madiba, como era carinhosamente chamado por seu povo, recebia o prêmio Nobel da paz, ironicamente na mesma data em que foi velado no estádio Soccer City, em Joanesburgo. Há 3 anos, a figura emblemática do líder africano emocionou o mundo desfilando e acenando para o público no palco da Copa do Mundo de 2010. Já estava doente e o peso da presença dele foi marcante. A energia mística de um homem que mudou a história. De revolucionário a pacifista, sem perder o foco em ideais baseados em valores. Um privilégio ter estado tão perto. Após assumir o controle do país sul africano, Mandela sabia que teria que unir o povo numa só voz. Sabia que o equilíbrio da nação só viria com a paz selada entre os povos. Conteve os ânimos e o ódio da vingança com a alegria do esporte. Um povo que celebra a conquista da liberdade e da igualdade,cantando a vida e a morte e que deixa uma mensagem de esperança.  Quando líderes mundiais se encontram no Soccer City, quando é possível registrar um aperto de mão entre opositores, que vergonha estampar imagens de selvageria numa simples partida de futebol. Afinal, que país iremos mostrar ao mundo em 2014? Ou será que estamos na contramão da verdadeira essência mundial, a busca pela paz?



Brazuca
por Sílvia Vinhas em dezembro 4 , 2013 às 7:00 pm | Comente aqui.

A bola da Copa é linda. No evento de lançamento foi tratada como joia. E é mesmo. Que poder maravilhoso ela tem? A bola de futebol reflete um sentimento único, não só pelas belas jogadas, protagonista de passes, mas pela emoção que provoca. Onde tem bola tem jogo, tem alegria. Onde tem bola tem magia. Desde Pelé, o futebol passou a ser raiz, cultura e não escolha. Brasileiro aprende a jogar bola antes mesmo de andar. Cada terreno desocupado é um convite.O que reflete nas conquistas e nos ídolos. Grandes estrelas do futebol mundial se rendem ao talento de nosso jogadores. Fazendo uma comparação simples: os Estados Unidos são os melhores em que? No fabuloso e espetacular basquete da NBA. O time dos sonhos, deles, é inigualável e insuperável. Como competir com as cestas incríveis desses atletas que mais parecem irreais? Na América, qualquer espaço vira quadra de basquete. Ah, os americanos também são bons com outra bola, a do golfe. E só para justificar o sucesso na modalidade, são milhares de campos públicos disponíveis em todo o país. Aqui no Brasil, temos talentos em todas as áreas, mas a bola…ah essa bola, a do futebol, é nosso ouro, nosso tesouro. Podemos gritar, pedir mudanças na política, fora corrupção, melhoras na saúde, na educação, ir às ruas, com caras pintadas ou mascaradas, mostrando toda a indignação com os gastos do dinheiro público na Copa do Mundo. Podemos argumentar que muito poderia ser feito à população carente com tanto dinheiro. Mas quando a bola rola, aquela do futebol, paramos. E nos rendemos ao seu magnetismo. Olhos fixos na dança entre os hábeis dribles, cheios de bossa e gingado. A Brazuca tem cores vivas, como vivo é o nosso coração. A Brazuca simboliza vitória. Afinal, somos ou não somos o país de futebol? 2014 está aí pra gente provar!



Demolidor de recordes
por Sílvia Vinhas em novembro 27 , 2013 às 6:05 pm | Comente aqui.

Preste atenção nessas conquistas de Vettel: ele é o piloto mais jovem a testar um carro de Formula um, a pontuar em uma corrida, a cravar a pole position, a conseguir um pódio, a vencer uma prova, a conquistar um vice-campeonato, a sagrar-se campeão da Formula Um, a faturar o Bi, a faturar o Tri e agora o Tetracampeonato. Seus heróis são três grandes Michaels:  Michael Jordan, Michael Jackson e Michael Shumacher. Os dois primeiros ele não conseguiu superar. O basquete nunca foi sua praia mas ele afirma que ainda pode aprender a cantar. Brincadeiras de lado, o certo é que esse alemão simpático que gosta de zerar várias vezes a pista causando muita fumaça e barulho quando vence, superou seu maior mestre: Michael Shumacher. Imagine o que deve ser isso? Com sete anos de idade começou no Cart, já tendo o alemão voador como espelho. Vettel é fruto de uma nova geração de pilotos influenciada pelo sucesso de Schumacher. E já considerado um fenômeno mundial. No momento globalizado onde a informação e a tecnologia se confundem na rapidez e nivelam os pilotos, o destaque fica por conta da performance diferenciada do jovem piloto alemão. Mas, como fã incondicional de Ayrton Senna, analisei com frieza a vitória praticamente anunciada de Vettel em Interlagos. Com semblante quase infantil, ele não emociona. Não tem metade do carisma de seu grande ídolo, o Michael da velocidade. Nós brasileiros somos seres realmente excepcionais. Na vitória ou na derrota transmitimos emoção. Choramos um pouco de mais, eu sei, mas nos manifestamos com amor e ódio. O Brasil produziu grandes safras de pilotos que quebraram recordes e paradigmas, e um dos melhores se foi cedo demais. Jamais saberemos onde Senna poderia chegar. Mas com certeza, a emoção de demolir recordes seria maior.



Fim da era Tite
por Sílvia Vinhas em novembro 19 , 2013 às 9:27 pm | Comente aqui.

Não me lembro de ter visto, nos últimos anos dedicados a cobertura esportiva, um técnico deixar um cargo de maneira tão insólita, quanto a saída  de Tite do Corinthians. Quando um time vai mal, quando não corresponde às expectativas, quando cai na tabela, seja que problema for, a cultura retrógrada do país, resulta na demissão do técnico. O comandante é sempre penalizado pelo resultado adverso, sem respeito a história, currículo e títulos. Paulo Roberto Falcão, apoiado por grandes nomes do cenário do futebol, levantou a defesa de garantias do técnico, no Brasil, como se isso fosse possível. Quando o gol não vem, não há contrato que resista. A derrota é factual, sem direito a reposição. A torcida não perdoa e cobra. Muito. Mas também sabe valorizar um bom trabalho como ninguém.E por mais incrível que minha reflexão possa parecer, os torcedores sempre sabem o que é melhor para o time. No Morumbi, por exemplo, o pragmatismo assustador da torcida trouxe Muricy de volta e as vitórias também. E no Corinthians? Como explicar uma torcida, que mesmo com o baixo rendimento do time, não quer que o técnico vá embora? Uma torcida que cobra seus jogadores, que avalia desfalques, e pede renovação. Mas não do técnico. Tite disse estar em paz. Deve estar mesmo, porque fez um belo trabalho. Contratado em outubro de 2010, conquistou cinco títulos .Campeonato Paulista, Brasileirão, Copa Libertadores da América, Mundial de Clubes e Recopa Sul-Americana. Além dos títulos, Tite também tem outra marca histórica no Timão. Contra o Grêmio, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil,ele se tornou o segundo técnico que mais comandou a equipe alvinegra. O treinador deixará o time do Parque São Jorge com 272 jogos, atrás apenas de Osvaldo Brandão, com 441 partidas. Boa sorte Tite.



ABUSO ECONÔMICO?
por Sílvia Vinhas em novembro 13 , 2013 às 7:37 pm | Comente aqui.

Até onde vai o direito do torcedor e do consumidor? A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça  notificou as principais associações e redes hoteleiras para prestarem esclarecimentos sobre os valores cobrados pelas diárias no período da Copa do Mundo de 2014//Entre as medidas adotadas pela secretaria está a solicitação dos valores médios das diárias pagas nas 12 cidades-sedes durante o período de outros eventos comemorativos.  Hotéis chegam a cobrar mil reais, uma diária, em acomodações simples sem banheiro privativo. Os preços praticados por hotéis do Rio de Janeiro para a Copa do Mundo do próximo ano, por exemplo, chegam a ser duas vezes e meia superiores à diária média da alta temporada de verão e quase 50% maiores que os cobrados para o período do Réveillon 2013-2014. Há um aumento abusivo dos preços e violação das normas dos direitos do consumidor. E desta vez não dá pra culpar a Fifa, certo? No futebol o abuso é por parte dos preços cobrados nos ingressos quando um time vai para uma final ou tem um confronto importante. Pro segundo jogo da final da Copa do Brasil contra o Atlético Paranaense, o Flamengo coloca à venda entradas para o jogo do Maracanã com valor entre $250 e $800 reais.  O presidente do Flamengo diz que precisa de dinheiro para pagar as dívidas…mas e o direito do torcedor? Nos dois casos o Ministério Público deve atuar. E não poderia ser diferente. A mudança infra estrutural e cultural almejada como principal legado da Copa do Mundo tem que valer em todas as áreas. Como um país pode evoluir com uma atitude impiedosa e altamente financeira? Quando apenas os interesses financeiros são levados em conta, o resultado é desequilibrado. A emoção do torcedor como moeda de troca deixa a população brasileira refém de alguns empresários que querem às custas da população, ajustar as contas.



Quanto vale o show?
por Sílvia Vinhas em novembro 6 , 2013 às 10:44 pm | Comente aqui.

A polêmica em torno do preço dos ingressos adotado pelo São Paulo e criticado por muitos volta a tona por conta das declarações de  Andrés Sanches. O ex presidente do Corinthians criticou a postura do rival São Paulo, que baixou o preço dos ingressos recentemente e viu sua média de público ultrapassar inclusive a do Corinthians. No último jogo do Brasileiro, contra a Portuguesa, o São Paulo levou 50.802 pagantes ao Morumbi com entradas a até R$ 5. Porém, a política de ingressos baratos vem desde a má fase do time, quando a diretoria diminuiu o valor para ajudar a equipe na zona de rebaixamento. Se depender do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, a política continua e estimula ainda mais o comprometimento da torcida com o clube. Já Andrés defende o espetáculo, e diz que preço baixo desvaloriza o futebol. Afinal, quanto vale o show? Mas que show? O índice técnico determina o valor do ingresso?  No caso do São Paulo, a estratégia do preço baixo levou o torcedor de volta ao estádio e contribuiu , junto com a volta de Muricy no comando técnico, à categoria de melhor equipe paulista no Brasileirão. Mas foi uma estratégia. Será que se sustenta? Antes das novas arenas o torcedor pagava muito com custo benefício baixo. Dá pra desembolsar quase 200 reais e usar banheiro químico? Com as novas arenas pelo menos a oferta é generosa. Muito conforto e mordomia. Mas senhores, vamos nos adequar a realidade do país. Como exigir fidelidade com preços altos e com jogos duas vezes por semana? Como levar a família ao estádio sem comprometer a renda mensal? O público que irá aos estádios daqui pra frente será elitizado? O show do futebol, para poucos? Bem, a Copa do Mundo chega como experiência, onde a sorte de uns se mistura ao poder de compra e não do amor a camisa. Sejam bem vindos ao novo futebol brasileiro




 












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