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A dispersão de delegados
por Fabricio em março 20 , 2012 às 12:41 am | Comente aqui.

Com praticamente metade dos delegados alocados para um dos candidatos republicanos, a liderança de Mitt Romney é clara, assim como o segundo lugar de Rick Santorum. Mas a insistência dos outros dois candidatos, que permanecem na disputa mesmo sem chances de conseguir a indicação, e a dispersão de delegados em quase todas as disputas alongam ainda mais o processo de escolha.
De acordo com as regras do Partido Republicano, cada estado ou território tem o direito de escolher a melhor forma de alocar seus delegados, somente os chamados “superdelegados” (oficiais eleitos pelo partido, como governadores) podem escolher o candidato de forma livre, sem obedecer o resultado das primárias e das assembleias locais.
Essa liberdade provoca um cenário que não se repete desde 1976, a possibilidade real de que a definição do candidato só seja realizada na Convenção Nacional Republicana, marcada para 27 a 30 de agosto em Tampa. Em 1976, o então Presidente Gerald Ford teve a oposição interna de Ronald Reagan na legenda, mas conseguiu garantir sua indicação para concorrer a um segundo mandato na Convenção (depois ele perderia as eleições gerais para Jimmy Carter, e Reagan chegaria à Casa Branca em 1980, batendo Carter).
Com a dispersão, dias que tem um grande número de delegados, como 3 de abril, tem seus resultados diluídos entre os candidatos e sua influência para determinar os vencedores diminuída. Apesar de grandes unidades ainda não terem participado do processo, existe uma grande possibilidade do candidato ser definido somente na Convenção.
Caso isso ocorra, correntes do partido iniciaram a busca por um “nome de consenso” que pode ser aclamado no evento de agosto. Esse cenário ainda é possível, mantendo as chances de uma figura como Sarah Palin ser a candidata republicana, possível, mas altamente improvável.
Até mais.



Divisões entre os republicanos
por Fabricio em março 12 , 2012 às 11:01 pm | Comente aqui.

O longo processo de primárias entre os republicanos está longe de terminar, apenas 26 estados e territórios escolheram seu opositor até aqui. Unidades importantes, e com muitos delegados, como Texas, California e Nova Iorque, ainda não participaram das primárias. Apesar do estágio intermediário do processo uma constatação fica clara, é cada vez maior a divisão interna entre os republicanos.
As razões podem ser encontradas voltando um pouco no tempo. Em 2008, os republicanos sofreram uma derrota pesada e perceberam que teriam de mudar sua forma de atuação nas eleições e em Washington para combater a “novidade” democrata. Com a vitória de Obama, a política norte-americana se tornou ainda mais polarizada, e os republicanos mais radicais criaram uma dissidência do partido que foi decisiva nas eleições legislativas de 2010, o Tea Party.
Grupo de extrema direita, com ideais conservadores e católicos, o Tea Party se tornou a resposta para os americanos que estavam preocupados com a lenta recuperação econômica e o crescimento da influência do governo no dia-a-dia. Importante lembrar que nos dois primeiros anos de mandato, Barack Obama “comprou” milhares de lotes de ações de diversas empresas que iriam à falência caso não fossem salvas pelo governo. O polêmico projeto de seguro-saúde, idealizado pelo Presidente, também se tornou foco de protesto entre os opositores.
Dois anos depois das eleiçoes de meio-termo, o cenário entre os republicanos segue mais dividido que nunca, é só olhar para algumas propostas dos candidatos que se percebe uma tendência a implodir o partido.
O favorito, Mitt Romney, é considerado de centro por suas visões de mercado e a baixa influência da igreja (ele é mórmon) em suas políticas. Newt Gingrich e Rick Santorum podem ser caracterizados como da extrema-direita cristã, grupo que luta contra a distribuição de contraceptivos e se opõe até a alguns direitos das mulheres. Nesses pontos, Santorum é ainda mais radical que Gingrich, comparado a um pastor evangélico no Brasil. Já Ron Paul tem o perfil libertário. Ele não segue alguns dos preceitos típicos de republicanos, como a “polícia do mundo”, além de defender itens de difícil aceitação entre os mais conservadores, como a descriminalização da maconha.
O resultado de um pacote tão diversificado já começa a ser sentido. Cada vez mais divididos, os republicanos podem chegar a novembro sem a força de um candidato de consenso que pode impedir um segundo mandato de Barack Obama.

Até a próxima



A “decisiva” Super Tuesday
por Fabricio em março 5 , 2012 às 9:52 pm | Comentário (1)

Candidatos, analistas políticos e jornalistas aguardam com ansiedade a chegada do dia 06 de Março. A chamada Super Tuesday terá o maior número de estados (10) votando nas prévias republicanas de uma só vez.

Entre primárias e caucuses (assembleias locais), mais de 400 delegados estão em jogo, num dia que pode ser decisivo para a definição do candidato republicano à presidência.

Pode, mas seu impacto será reduzido por dois motivos: a dispersão de delegados entre os candidatos e a teimosia de dois postulantes que insistem em continuar na corrida para a Casa Branca.

Vamos aos números: para garantir a indicação do partido, um candidato precisa de mais de 1144 delegados. O atual líder, Mitt Romney, tem aproximadamente 200 delegados. Segundo o ótimo estatístico Nate Silver, ele deve conquistar mais 200, ou algo em torno de 50% dos delegados em jogo, na Super Tuesday.

Com isso, Romney aumentaria a distância para os demais candidatos e se consolidaria ainda mais como o favorito na disputa republicana.

O ex-governador deve vencer estados como Idaho e Massachusetts, além de Virgínia (onde ele não tem a oposição dos conservadores Santorum e Gingrich). Mas o que irá decidir a parada para Romney será a votação em três estados: Ohio, Tennessee e Georgia.

Nas duas unidades do sul da federação, Newt Gingrich é o favorito. Caso vença, o direitista ganha fôlego extra, financeiro e político, para continuar na disputa por mais algumas semanas. Gingrich e Romney devem dividir os delegados nos três estados com a surpresa na disputa, Santorum. Mesmo com menos recursos, ele se valeu de um discurso forte e se tornou a alternativa conservadora da parte mais à direita do partido, que inclui os membros do tea party.

Para o quarto postulante, Ron Paul, sobram delegados em estados menores, como North Dakota e Alaska, onde ele pode conseguir sua primeira vitória da temporada. Mas para o libertário isso não importa, ele deve seguir sua campanha com propostas difíceis de serem cumpridas (como a legalização da maconha e o fim da participação norte-americana em guerras na Ásia) até acabarem os fundos, e pode ainda se lançar como independente, numa opção que será analisada num dos próximos posts deste espaço.

Caso a vitória de Romney na Super Tuesday se confirme e ele consiga um bom número de delegados, será apenas questão de tempo até que o republicano seja confirmado como oponente de Barack Obama nas eleições gerais.

Até a próxima.




 






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