
“Quanto mais tempo for ganho, mais tempo para a sociedade pressionar, mais tempo para fazer mobilização” afirmou Randolfe(foto)/ Foto: Moreira Muniz/Agência Senado
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) conseguiu nesta quarta-feira, 30 de novembro, o adiamento da aprovação da proposta, ao impedir a votação do requerimento de urgência para a apreciação da matéria em plenário.
Com base em trechos do Regimento Interno do Senado, o líder do partido alegou que o substitutivo do senador Jorge Viana (PT-AC), que será votado no plenário, não havia sido publicado ainda no Diário do Senado, e pelo regimento, a votação só pode ocorrer um dia depois da leitura do pedido de urgência.
O argumento foi aceito pela 1ª vice-presidente do Senado, Marta Suplicy (PT-SP) que presidiu a sessão. Com o resultado, permanece o impasse em relação ao início da votação da matéria, que poderá ocorrer na próxima quinta-feira ou somente na semana que vem.
O PSOL é o único partido que se opõe aos termos da proposta do Código Florestal. Um dos motivos do desagrado alegado pelo senador é a crença de que o código institui o desmatamento no seu Estado, o Amapá, ao reduzir a reserva legal de floresta de 80% para 55%. Randolfe afirmou que o texto do novo Código Florestal Brasileiro é ruim para as florestas do país e um retrocesso na legislação ambiental brasileira.
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Este post foi originalmente publicado por Redação EcoD – Blog EcoD